Tags
Sessão coruja – foto inaugural
13 segunda-feira fev 2012
Posted in Sessão Coruja
13 segunda-feira fev 2012
Posted in Sessão Coruja
Tags
13 terça-feira set 2011
Toda mãe é apaixonada pelos filhos (ou deveria ser) quase o tempo todo. Mas tem horas que o sentimento aumenta e toma proporções gigantescas. No meu caso, quanto mais tempo fico com elas, maior a paixão. Este feriado foi de um amor arrebatador. Aproveitei cada minuto das 120 horas de grude total. Quarta, quinta, sexta, sábado e domingo inteirinhos em família e ainda com a companhia da Helena. Nem a chuva atrapalhou. Alugamos vários filmes, fomos ao cinema (assistir Os Smurfs de novo), almoço no Madero, no Bar do Victor, no Madalosso, piscina térmica do Curitibano, pizza com a Ju, Roni e Alice, fondue de queijo, final de semana na chácara de amigos vizinhos com direito a carneirinhos, patos, galinhas, cachorros, cavalos, fogueira e lua cheia! Sem palavras para descrever a delícia que foram estes últimos dias.
08 segunda-feira ago 2011
Posted in Uncategorized
- Pombinha branca o que estás fazendo… (música da cacáca)
- A canoa virou, foi pro fundo do mar… (música da canoa viou)
- A pequena aranha subiu pela parede… (música da aranha)
- Amo você, você me ama, somos uma família feliz (música do amoi)
- Meu amor, essa é a última oração pra salvar seu coração (música do coração)
- Serra serra serrador quantas tábuas já serrou… (música do serra serra)
- Parabéns pra você nesta data querida (música do paiabems)
05 sexta-feira ago 2011
Posted in Uncategorized
Sempre achei legal essa história de primo. Primo é um irmão sem obrigação. É um amigo sem restrições. Dá pra brincar e brigar, que ele sempre vai estar ali por perto. Mas não tão perto. Eu convivi pouco com os meus. Era um Natal aqui, um ou outro feriado. E as férias na praia… As tão esperadas férias na praia. Estas eram mais longas, envolviam mais gente, geravam mais confusões e foram inesquecíveis. Lembro de todas elas. Das casas alugadas, do bando de gente que passava por lá: primos dos pais, avós da gente e avós dos primos, primos de terceiro grau, amigos da família, amigos das outras famílias, vizinhos da temporada, empregada da tia, colega de trabalho do pai. Era aquele bando de gente, minha avó Nayr cozinhando sem parar, o meu avó Alcides comprando melancia, os adultos tomando cerveja, a criançada correndo solta, os beliches entulhados e as brigas. Essa era a parte mais divertida. Eram brigas com requintes de crueldade. Porque primo tem dessas coisas. Eles sempre sabem o nosso ponto fraco e atacam sem piedade. Algumas broncas depois, tudo fica bem.
Hoje estamos todos crescidos e moramos longe uns dos outros. Uma parte está em Curitiba, outra em Porto Alegre e tem aqueles lá do outro lado, na Flórida e na Califórnia. Acho, com aperto no coração, que todo mundo junto de novo vai ser impossível. Mas nestas férias recebemos a visita da Márcia, que veio dos EUA com as suas americaninhas lindas, a Isabella (que tem a idade da Marina) e a Sabrina (da idade da Olivia). Daí o povo de Porto Alegre se empolgou e veio também. Foi um final de semana intenso, cheio de lembranças. Tô contando tudo isso, na verdade, pra falar de como foi importante para as meninas esse reencontro. Elas tiveram uma “palinha”de como funciona essa história de primos. Afinal, até agora, a coisa mais parecida com primos que elas conhecem são os filhos das minhas amigas (que cumprem com excelente desempenho esse papel).
Como não poderia ser diferente, elas brigaram o tempo todo. A Marina, com sua vocação inegável para o ditatorialismo, passou o tempo inteiro tentando dar ordens para a Isabella. A Isabella, que também sabe impor suas vontades, aprendeu rapidinho a mostrar seu descontentamento em português. Passaram o tempo inteiro implicando uma com a outra pelos motivos mais absurdos. “Mãe, olha que ridículo como eles falam sofá em inglês, é sofa. E chocolate é chocolat” ou “Tia Fernanda, no is the only word that Marina knows in inglish?”.
Uma gostava de azul e a outra de verde, uma queria assistir TV em português e a outra em inglês, uma queria comer pizza e a outra hamburguer, uma queria alugar Indiana Jones e a outra Harry Porter. Mas adivinha se elas se desgrudaram por um dia sequer nas duas semanas em que elas passaram aqui? Foram noites e dias intensos de intercâmbio cultural e emocional! Uma terapia intensiva de família.
E a Olivia e a Sabrina então. Travaram verdadeiras guerras por mamadeiras e brinquedos. A Sabrina, com seus seis meses a menos e seis quilos a mais, mostrou que no mundo dos primos o mais forte quase sempre leva a melhor. E a Olivia, que não puxou só o furinho no queixo da mãe, abria o berreiro cada vez que perdia uma batalha.
Enquanto isso, eu e a Márcia aproveitamos para colocar 23 anos de conversa em dia. Muita cerveja, muita risada, algumas lágrimas e histórias de infância deliciosas que me fizeram voltar no tempo. Márcia, se você ler isso, quero que saiba que é sempre será a minha priminha querida. E que toda vez que nos despedimos, sinto aquele aperto no coração que senti naquele dia na rodoviária em que vocês embarcaram rumo à nova vida e, na nossa ingenuidade de criança, fugimos para tentar escapar no inevitável. Mas também sinto que podem passar 2, 10 ou 20 anos, sempre que nos reencontrarmos vamos ter aquela sensação de termos nos visto ontem. Hippie touch!
03 quarta-feira ago 2011
Tags
anjo da guarda, festa junina, helena, Luiza, Marina, Olivia, pererê peralta
Adoro festa Junina, em especial a do Anjo. Não sei se é por causa da minha memória afetiva ou porque é legal mesmo. A Marina também adora e passa semanas ensaiando os passos, cantando a música… A deste ano foi Pererê Peralta, cantada pelo Carlinhos Brown (na versão moderna do Sítio do Pica Pau Amarelo). Chilique de última hora: a Marina decidiu que o vestido emprestado pela Helena não ia ficar bom porque era longo demais e iria atrapalhar a coreografia num pé só. Corremos para a Casa das Festas e ela (com razão) odiou todos os modelos disponíveis.
Crise de menina louca com mãe histérica: tivemos uma briga feia e ela acabou indo com um vestido que tinha ganhado da vó Adriene para um casamento. O vestido até que é bonitinho (desculpa, mãe) mas sempre achei que combinava mais com Festa Junina do que com qualquer outra coisa (pronto, falei!). Ficou lindo! Não é querer me exibir, mas a Marina e a Olivia eram as caipirinhas mais charmosas da festa! Fotinhos abaixo:
21 terça-feira jun 2011
Posted in Uncategorized
Por insistência da Marina, passamos o sábado (dia 11), véspera do nosso aniversário de casamento, no Hotel Fazenda das Araucárias. A Marina já tinha passado um final de semana lá porque o hotel é dos avós de uma amiguinha da escola. Passamos um dia delicioso, em paz, curtindo tudo que a vida em família tem de mais gostoso! Depois fomos direto para a festa junina do Curitibano e nos divertimos muito.
02 segunda-feira mai 2011
Tags
Final de semana delicioso, caseiro, preguiçoso… Feira no sábado de manhã, lasanha com vinho tinto, tarde com as meninas em casa, filme no DVD, almoço de domingo em família, uma horinha de sono com o marido, criançada tocando o horror, sopa de capeletti no jantar, visita da Vavá…
Tá, a Olivia acordou de madrugada e teve uma crise histérica, eu tive conjutivite e labirintite (como diria minha vó Maria, “problemas do labririnto”) mas nada disso abalou nossa paz. Adoro final de semana!
21 segunda-feira mar 2011
Posted in Marina, Olivia, Uncategorized
Já faz muito tempo mesmo. Mas, como diria Lulu Santos, há tanta vida lá fora… O mundo real anda tão agitado que o virtual acabou relegado às moscas. Mas o importante que aqui estou eu tentando recuperar os posts perdidos.
Aconteceram tantas coisas nesses últimos seis meses que não vai dar para entrar em detalhes. Mas, resumidamente: mudamos para uma linda casa (e isso implicou em uma mudança radical – pra melhor – no estilo de vida), minha vózinha querida morreu, minha amiga Vavá ficou grávida, meu irmão ficou noivo, a família ganhou um membro da espécie canina (do sexo feminino, claro), a Pulp lançou muitos livros incríveis.
E as minhas filhas cresceram. E já que esse blog é feito pra elas, vou falar um pouquinho de cada uma. Essa é a minha visão apaixonada de mãe, mas duvido quem discorde.
Nina, a mais velha
Está com 7 anos, no terceiro ano. A cada dia me surpreende mais pela visão maravilhosa que tem da vida. Ela é intensa, vibrante, apaixonada. E dramática como só os apaixonados conseguem ser. A Marina é amiga, divertida, espontânea, questionadora, tem uma rapidez de raciocínio e uma presença de espirito impressionantes. Ela sempre sabe o que dizer, faz perguntas assustadoramente bem elaboradas e tem uma compreensão muito particular das coisas desse mundo (e do outro). Ela é muito política, se relaciona com todo mundo a sua volta. Tem amigos na sala, nas outras salas, mais velhos, mais novos, é amiga do porteiro do condomínio, de toda a vizinhança, dos professores… É louca pelo pai e fiel companheira da mãe. Como irmã mais velha está se saindo muito bem. Cuida na medida certa, briga e brinca, tem ciúmes mas morre de saudades quando fica longe. Odeia dormir sozinha, tem medos paralizantes na hora de ir para cama, adora ler mas não gosta de escrever, é ótima em matemática e fica sempre muito animada quando as atividades são coletivas. É desorganizada, perde tudo, não dá muita bola para os brinquedos. No ano passado fez pintura, natação, xadrez e tênis. Neste ano continua na natação e começou a jogar capoeira. Passa mais tempo virando estrelinha (perfeita, diga-se de passagem) do que parada em pé. Ama piscina, calor, bicicleta e não suporta colocar casaco, calçar tênis, se encher de cobertor. Mais do que tudo, ela odeia escovar os cabelos. Tem o olho maior que a barriga. Para qualquer coisa que esteja fazendo para fazer um lanchinho e experimenta toda e qualquer tipo de comida que lhe seja oferecida. A Nina é educada, meiga e muito carinhosa.
Olivia, a pequenininha
A Olivia tem 1 ano e 5 meses e tem em um bom humor extraordinário. Acorda rindo e vai dormir do mesmo jeito. Tem uma risada gostosa e contagiante. Choro é coisa rara. Manha não é com ela. Mas é braba e ganha todo mundo no grito. Quando contrariada, berra como se estivesse apanhando. E como ela é o bebezinho da casa, todo mundo acaba cedendo. É carinhosa e nada no mundo se compara aos seus abraços apertados e beijos estalados. Passa o dia chamando a Maiiina. Fala, fala, fala e fala. Ah, e canta muito também! Sua canção preferida é “chicacaaa que a uuuca pegááá”. A gente chama a Lili de “nossa selvagenzinha”. Mas não é por mal. Como mora em casa com quintal desde que aprendeu a andar (no dia 26 de novembro, aniversário da Vavá), virou uma pequena Mogli (a menina loba). Corre solta para tudo quanto é lado, mas não é muito chegada à presença de humanos. Já cães, gatos, insetos e pássaros em geral são sua maior diversão. Comida também não é o seu assunto preferido. A não ser que seja uma fecha (bolacha), um pedaço de pom (pão) ou veti (sorvete). Tudo errado. Estou tentando reverter o quadro, mas não tem sido fácil criar bons hábitos alimentares na baixinha. Ela esperta, audaciosa e totalmente independente. Dorme sozinha sem reclamar e até pede para ir pra cama quando passa do horário. Também adora uma rotina (ou será que sou eu que adoro?). A Olivia é a coisinha fofa da casa, mimada por todo mundo. Acorda todos os dias entre 7h30 e 8h e fica fazendo dengo na nossa cama. Quando a Marina acorda, ficamos os quatro curtindo o nosso momento família. E tem coisa melhor?
ah, as fotos lindas são da Rafa Tarlé
14 terça-feira set 2010
Tags
16 segunda-feira ago 2010
Posted in Uncategorized
Depois de quase um mês de abandono, olha eu aqui de volta. Muito trabalho e também muita preguiça… Mas vou tentar recuperar o tempo perdido. Só para dar o pontapé inicial, duas fotos lindas da Olivia. Só para deixar registrado: ela está com 9 meses e meio, adora dar tchau e bater palma, fala mamã e Nina, engatinha de bunda e só quer saber de ficar em pé!