Programa de domingo

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Quando a Marina era pequena o programa de domingo quase sempre incluía uma peça de teatro. As preferidas, inclusive, eram vistas várias vezes. É o caso da Dona Baratinha da Silva Só, que agora encantou a Lili também. Está em cartaz no Teatro Fernanda Montenegro. Vale ver a peça e comprar o livro (lá em casa já tinha!) que conta a história na versão da Ana Maria Machado.

– a peça…

– o livro…

– Olivia em momento de concentração absoluta lendo a Dona Baratinha da Ana Maria Machado!

Feriado delícia

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Nada como começar uma semana pós-feriado com a sensação de ter aproveitado cada minuto dos dias livres. Essa Páscoa foi muito especial, com todos os ingredientes necessários para um feriadão perfeito! Confesso que sofro de uma certa ansiedade pré-feriados/fins de semana. Quero fazer mil coisas, ver todos os filmes em cartaz, todas as peças de teatro, reunir os amigos em casa, ver a família, aproveitar o dia ao ar livre, visitar pontos turísticos da cidade etc etc. Isso às vezes até me angustia e acaba deixando todo mundo louco lá em casa (sorry, gente). Acordo meio descontrolada, como se tivesse horário marcado pra tudo (em pleno domingo). Levo umas broncas do Fhabyo (com razão) de vez em quando até! Mas neste feriado o timing foi (quase) perfeito. Só faltou uma saída de casal para fechar com chave de ouro.

Quinta – dia de levar as meninas (e mais uma amiga da Marina) para assistir O Menino que Vendia Palavras. Adoramos a peça, texto lindo, produção bacana com efeitos visuais e tudo!

Nina e Letícia gatíssimas esperando a peça começar

Sexta: Sexta-feira Santa é o dia anual do bacalhau. E dessa vez Sr. e Sra. Ferreira se esmeraram na receita e na produção da mesa.

Olha o detalhe dos porta-guardanapos... tudo muito charmoso!

A imagem diz tudo!

Sábado: chegamos ao ponto alto do feriado! As 9h30 já estávamos os 4 dentro do carro rumo ao ZOO. Mesmo estando meio caído, poucos programas encantam tanto as crianças, certo?

Meus três amores

o bicho que mais fez sucesso

o melhor meio de transporte

minifotógrafa

O almoço foi na piscina do Curitibano com amigos. O Clube estava cheio de atrações de Páscoa. As mais velhas fizeram cupcakes, Lili se pintou de coelhinha (foi o seu primeiro “camarim de maquiagem”), assistimos teatro de bonecos, brincamos no parquinho.

linda demais

De lá seguimos para casa com os mesmo amigos e mais os vizinhos para fazer um churrasquinho. Comida gostosa (maridão tá se superando na churrasqueira), cerveja gelada, criançada e tchan tchan tchan tchan… acampamento no jardim! Isso mesmo, realizei um sonho antigo: dormir na barraca (no quintal, porque camping nunca esteve nos planos). A Lilica só falava: que legal, que legal, que legal… Nina, claro, adorou! O Fhabyo é que foi um pouco prejudicado pela superlotação. Teve que abandonar o barco de madrugada. Mas foi ele quem acordou antes de todo mundo, escondeu os ninhos no jardim e ainda lavou todinha louça do dia anterior (foi lindo!). Sério, tá aí uma coisa que eu recomendo para quem tem espaço em casa. É muito legal dormir ouvindo o barulho dos grilos, dos sapos, dos cavalos (tem cavalos na chácara vizinha) e acordar com os pássaros. Fora que é uma delícia (sometimes) dormir todo mundo grudadinho, né?

Mulherada na barraca

Depois, almoço de Páscoa na casa da Vó Adriene e do Vô Luiz com direito à árvore de ovos. De lá, Lili, Lu e eu seguimos para o teatro ver o Peixonauta e o Fhabyo e a Nina foram ao cinema assistir A Invenção de Hugo Cabret.

Olha o charme da árvore de ovos

E o feriado foi assim: como começo, meio e final feliz!

 

Aniversário de Curitiba

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A gente reclama, mas adora. Até quando tá frio (ok… quando tá frio e chovendo, um pouco menos). Para comemorar o aniversário da cidade, eu e a Nina fomos almoçar no Madero do Largo da Ordem. E ainda fomos surpreendidas com uma peça do Festival de Teatro. Viva a nossa cidade!

As avós não mudaram, é tudo disfarce

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Ontem fui no velório da avó de uma amiga. Enquanto estava lá vendo a avozinha rodeada de flores, lembrei da minha. Não tinha um dia sequer que eu não saísse de casa que ela não viesse correndo atrás de mim (ela era daquelas avós ligeirinhas e silenciosas, sabe?) com uma florzinha arrancada do jardim pra eu levar pra casa. Às vezes eu nem ia pra casa e a flor (quase sempre uma rosa) ficava lá murchando no carro. Mas nunca tive coragem de não aceitar. Um carinho tão singelo, de uma delicadeza que só as avós têm. Às vezes a florzinha solitária ficava num copinho d’água, do lado da minha cama. Confesso que não dava muita bola pra isso. Achava bonitinho, só. Além das flores, as comidas eram suas poderosas armas de conquista do amor dos netos. Era a gente elogiar uma receita que pronto: anos e anos comendo torta chiffon, bolachinhas de cebola, pão recheado, chá da bruxa e merengue. Aos poucos as tortas começaram a dar errado. Faltava um ingrediente ou outro. A panela começou a queimar e um dia o fogão pegou fogo. Enquanto minha vó ia, minha filha vinha. Não sei o que se passou exatamente nesses primeiros anos. Não vi acontecer. Estava tão ocupada aprendendo a ser mãe que os sinais de despedida da minha vó passaram meio despercebidos. Até que um dia ela foi. Mas foi e continuou aqui. Tão longe, tão perto. Foram sete anos se despedindo aos poucos. Primeiro sumiu a razão, depois a memória, depois a fala, depois funções básicas como ir ao banheiro e comer. Mas o olhar ia e voltava. Maldita doença esse alzheimer que nos deixa sem saber o que se passa lá dentro. Às vezes o olhar dela me atravessava. Às vezes conversava comigo. Foi assim no último natal antes de ela ir de verdade. Conversamos muito. Eu agradeci a chance de ter ela por perto, o carinho todo, as risadas, a cumplicidade e o amor sem fim. Ela me respondeu com lágrimas. Hoje só penso no privilégio que tive de ter tido uma avó. E não posso ser injusta: tive duas. A outra, apesar da distância e da pouca convivência também me presenteou com o que de melhor uma avó sabe fazer: dar amor, carinho, aconchego (isso sem falar nas rapaduras de leite e geleias de morango que ela fazia). Eu sei que as avós mudaram. Agora elas pintam o cabelo, usam salto alto e saia curta. Mas é só um disfarce. No fundo, elas continuam do mesmo jeito. As avós modernas que usam o facebook e vão no boteco com as amigas são iguais àquelas de cabelos branquinhos naquilo que é essencial: o amor. Uma criança que tem avós é uma criança privilegiada. Aproveitem minhas filhas.

Programa de domingo – Orquestra Sinfônica do Paraná

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O final de semana foi bom demais. Domingo foi dia de levar as meninas para assistir à apresentação Criança Tem Concerto, um projeto criado com o objetivo de formar plateia e apresentar uma orquestra às crianças de forma leve, lúdica e divertida. No programa, apresentado pelo maestro Osvaldo Ferreira, estavam as peças Manhã de um Dia de Festa (Debussy) e O Carnaval dos Animais (Saint-Saëns). A apresentação contou ainda com um palhaço divertidíssimo que entreteve a criançada e o grand finale com chuva de balões. Olivia, que sempre tem um pé atrás com multidões (o Guaíra estava lotado) adorou e prestou atenção em tudo.

 

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