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última foto da barriga - 29/10/2009, 8hs

Foi tudo muito rápido. Deixamos a Nina na casa com a Vó Adriene e o Vô Luiz (na saída ainda deu tempo de tirar uma foto de despedida da barriga), pegamos a Visconde Guarapuava no horário de pico, chegamos na Maternidade Nossa Senhora de Fátima as 8h30 da manhã e às 10h eu já estava com a Olivia nos braços. Esses dias o Vi me perguntou qual era a primeira coisa que eu tinha que ver pra ter certeza que estava tudo bem. Eu respondi que não era ver, era ouvir. Quando ouvi aquele chorinho saindo da minha barriga tudo se iluminou no centro cirurgico. Com a Nina foi igual. Parece que todas as luzes do mundo se acenderam, tudo silenciou e a única coisa que eu ouvi foi aquele chorinho gostoso, que parou no mesmo instante em que ela foi colocada no meu pescoço. E assim ficamos, eu e ela, por minutos que sempre vão me parecer eternos. Enquanto isso o Fhabyo chorava, a Helena se emocionava, o Dr. Paulo (pediatra) me dizia que ela estava ótima e o Dr. Maurício recolocava meu útero no lugar e ajeitava tudo lá dentro.   

O Nossa Senhora de Fátima é um Hospital Amigo da Criança, por isso muitos procedimentos são diferentes de onde a Marina nasceu, o Santa Cruz. Um deles é que o bebê fica sempre junto com a mãe. Chegamos juntas no quatro 209 antes das 11h30, onde a Marina esperava. Não consegui ver a carinha dela quando viu a irmã. Ela, a Lili e o Fhabyo ficaram num cantinho enquanto as enfermeiras me colocavam na cama. Fiz de tudo para espiar, mas perdi esse momento. Segundo o pai das meninas, foi muito especial. A única coisa melhor do que ter uma filha, é ter duas. 

Depois conto mais…

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