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Estou em atraso com vários assuntos: viagem para o Rio com a Marina, a minha ausência no dia do aniversário dela, as festinhas das meninas, a apresentação de hip hop da Nina, o medo de teatro da Olivia, o desfralde desastrado… enfim, são muitas coisas pra contar. Mas resolvi atropelar tudo para relatar dois grandes baques das últimas semanas.

1. Marina entra no carro e pergunta: “mãe, não existe Papai Noel, né?” Comecei a balbuciar aquela velha ladainha do espírito de Natal, do bom velhinho estar em nossos corações e ela cortou. “Desembucha mãe, fala a verdade, eu já sei de tudo”. É minha gente, Papai Noel chegou ao fim pra ela. E com ele caíram a Fada do Dente, o Coelho da Páscoa e o Homem do Saco (ops, esse ela nunca chegou a conhecer). Fiquei muito triste, de verdade. Ainda mais porque a Olivia não pode ver um Papai Noel de shopping que já se pendura no meu pescoço. Sentar no colo para tirar foto e ganhar balinha então, nem pensar. Neste Natal o senhor contratado (e sua assistente de microvestido e ultradecotes… sério, este ano eu vou postar uma foto dela aqui) há anos para visitar a minha família no dia 24 vão ser rejeitados pelas crianças. Mas somos insistentes, não dispensamos a tradição. Apesar de todas as negativas, as dez horas da noite ouviremos o sininho no portão, abriremos os presentes e pagaremos (escondido) os R$ 150 pila pro senhor de barba branca e sua sexy assistente.

2. Antes de mais nada quero registrar que me recuso a chamar (e escrever) mau cheiro nas axilas de cecê ou asa (sim, os gaúchos chamam de cecê de asa). Odeio estas duas palavras mais do que qualquer outra da língua portuguesa. Mas vamos aos fatos: Marina levantou os braços e me mostrou que estava com mau cheiro nas axilas. Quase desmaiei (pelo cheiro e pela notícia). Como assim? Uma coisa é não acreditar mais em Papai Noel, outra é ter que comprar desodorante pra filha!!!  Ainda não sei o que pensar sobre isso, mas já marquei pediatra.

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